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Adriane Galisteu critica desistências em A Fazenda 18 e aponta reflexo social

Apresentadora afirmou que problemas de saúde são a única justificativa aceitável para abandonar o reality show da Record.

Por 2 min de leitura

Adriane Galisteu critica desistências em A Fazenda 18 e aponta reflexo social
Adriane Galisteu critica desistências em A Fazenda 18 e aponta reflexo social

A apresentadora Adriane Galisteu manifestou insatisfação com os participantes que decidiram abandonar A Fazenda 18, reality show exibido pela Record. Em entrevista ao Link Podcast, a comunicadora declarou que possui ressalvas em relação aos concorrentes que optam por deixar a competição de forma voluntária e pontuou que apenas questões ligadas à saúde justificam tal atitude.

Até a sexta semana de exibição desta edição, a atração contabilizou três saídas por desistência: Jottapê, Jônatas Faro e Gabriel Torres. Diante da sequência de abandonos, a apresentadora questionou a motivação de quem aceita integrar o elenco de um formato consolidado sem estar preparado para suportar a pressão do confinamento.

Segundo Galisteu, a dinâmica do programa já é amplamente conhecida pelo público e pelos próprios concorrentes, visto que a franquia está no décimo oitavo ano. "Eu tenho as minhas implicâncias com peão que desiste", declarou a famosa durante a entrevista.

A comandante do programa continuou sua avaliação sobre o tema ao afirmar que qualquer justificativa que não envolva o bem-estar físico é inválida. "Eu acho que a desistência está ligada 100% à falta de saúde, na minha opinião. Todo o resto não vale. A gente está num programa que está no 18º ano, a gente já sabe como é. Para que entrar se está pensando em desistir?", questionou.

Além de criticar as saídas voluntárias, Galisteu avaliou o comportamento geral do elenco atual e classificou a postura dos participantes como monótona. Para ela, falta descontração entre os confinados, que demonstrariam dificuldades para lidar com opiniões divergentes e levariam os acontecimentos do jogo para o lado pessoal com excessiva facilidade.

Na visão da apresentadora, a atmosfera observada dentro da sede do programa funciona como um espelho do momento atual vivenciado pela sociedade brasileira. "Falta humor, eles não conseguem se divertir e levam tudo muito a sério", afirmou.

Para contextualizar o clima de tensão no jogo, Galisteu mencionou o cenário político, a realização de eleições e o impacto de eventos esportivos, apontando que a intolerância recíproca reflete o comportamento do público fora da televisão. "Não é o reality que está chato: é o Brasil que está chato", concluiu.

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