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Esportes

Alice Pereira nocauteia russa no UFC Vegas 122 e fatura segundo bônus

Aos 20 anos, lutadora baiana garantiu mais US$ 100 mil após triunfo por interrupção médica.

Por 2 min de leitura

Alice Pereira nocauteia russa no UFC Vegas 122 e fatura segundo bônus
Alice Pereira nocauteia russa no UFC Vegas 122 e fatura segundo bônus

A lutadora baiana Alice Pereira, de 20 anos, conquistou sua segunda vitória consecutiva no Ultimate Fighting Championship (UFC) ao derrotar a russa Darya Zheleznyakova por nocaute técnico no UFC Vegas 122. O evento foi realizado neste sábado, em Las Vegas, Estados Unidos. A atleta do peso-galo garantiu o triunfo após abrir um corte profundo no rosto da adversária com uma cotovelada, o que impediu o retorno da rival para o segundo round.

Conhecida no meio esportivo como 'Golden Girl', a jovem atleta demonstrou frieza e precisão no octógono. Durante o confronto, Alice utilizou golpes contundentes no solo e em pé, aproveitando-se das dificuldades da russa ao lutar de costas para o chão. A intensidade da brasileira gerou grande volume de sangue na grade e no piso da arena ao término do primeiro assalto.

O estrago causado no rosto de Zheleznyakova levou a uma avaliação médica durante o intervalo entre o primeiro e o segundo round. Ao constatar a gravidade da lesão na testa da adversária, a equipe médica determinou a interrupção da luta. Com o resultado, Alice obteve seu segundo nocaute seguido na organização, consolidando sua rápida ascensão na categoria até 61 kg.

Além da vitória expressiva, o desempenho rendeu à brasileira uma premiação extra de US$ 100 mil, o equivalente a cerca de R$ 500 mil na cotação atual, repetindo o feito financeiro alcançado em sua luta anterior no mês de abril, quando também faturou o mesmo valor bônus por performance contra Hailey Cowan. No evento deste sábado, ela foi a única representante do card preliminar a receber a bonificação individual da franquia.

Após o combate, a jovem atleta comentou sobre a estratégia adotada e a reação ao perceber a extensão do ferimento na oponente. Segundo a baiana, o plano de jogo previa o uso constante de cotoveladas na grade e no solo para desestabilizar a rival, embora tenha ficado dividida entre o desejo de continuar lutando e a constatação de que o corte impedia a continuidade do duelo.

Olhando para o futuro na organização, a baiana adota postura cautelosa quanto à escolha de próximas adversárias e prefere focar na qualidade dos confrontos e no casamento de estilos. A atleta também indicou que pretende iniciar conversas com os dirigentes do UFC para negociar melhorias contratuais com base em seu bom momento na modalidade.

Fontes consultadas

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