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Apresentadora Adriane Galisteu é premiada por sucesso de docureality

A segunda temporada da produção original 'Barras Invisíveis' liderou a audiência da plataforma Universal+ no ano de 2025.

Por 2 min de leitura

Apresentadora Adriane Galisteu é premiada por sucesso de docureality
Apresentadora Adriane Galisteu é premiada por sucesso de docureality

A apresentadora Adriane Galisteu recebeu um novo troféu em São Paulo na terça-feira (6/10) pelo desempenho da segunda temporada do docureality "Barras Invisíveis", exibido pelo Universal+. A premiação coroa a obra como a produção original mais assistida da plataforma de streaming durante o ano de 2025, repetindo o feito alcançado no ano anterior pela primeira temporada.

O reconhecimento foi entregue à comunicadora pelo executivo Marcello Coltro, representante da NBCUniversal International Networks & DTC. O projeto audiovisual destacou-se por exibir um lado mais íntimo e vulnerável da apresentadora, que permitiu ser filmada em sessões de terapia abordando medos, traumas e inseguranças pessoais diante das câmeras.

Além do aspecto emocional, a atração registrou a rotina de Galisteu fora do país, com passagens internacionais por cidades como Milão, Tóquio, Buenos Aires e Los Angeles. A produção também abriu espaço para a convivência familiar, contando com a participação de Alexandre Iódice, Vittório, Dona Emma e Xalana para retratar os laços afetivos da estrela.

Um dos pontos de maior repercussão na temporada foi o resgate de um período marcante na trajetória da artista: o relacionamento com Ayrton Senna, completando três décadas. Na obra, Galisteu teve a oportunidade de relatar sua própria perspectiva sobre a relação e o espaço ocupado por ela na história do piloto.

Com uma carreira de quatro décadas iniciada quando tinha apenas 9 anos de idade, a apresentadora consolidou sua força fora dos formatos tradicionais da televisão. Os números de audiência comprovaram o engajamento do público com o formato documental, consolidando mais essa conquista em sua longa trajetória artística.

Em paralelo ao cenário de premiações no Brasil, o universo televisivo internacional registrou recentemente um caso de grande repercussão judicial envolvendo uma ex-apresentadora de telejornal nos Estados Unidos. Angelynn Mock, de 48 anos, foi condenada à prisão perpétua em Wichita, Kansas, após se declarar culpada pelo assassinato de sua mãe, Anita Avers, ocorrido em outubro de 2025 durante o feriado de Halloween.

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