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Avião da IndiGo sofre danos severos no nariz após atingir raio na Índia

Aeronave que fazia o trajeto entre Patna e Lucknow enfrentou tempestade de granizo a mais de 5 mil metros de altitude, mas pousou em segurança sem feridos.

Por 2 min de leitura

Avião da IndiGo sofre danos severos no nariz após atingir raio na Índia
Avião da IndiGo sofre danos severos no nariz após atingir raio na Índia

Uma aeronave da companhia aérea indiana IndiGo sofreu danos estruturais significativos no nariz após ser atingida por um raio na última quarta-feira (7/10). O incidente ocorreu durante um voo que transportava 104 passageiros e seis tripulantes entre as cidades de Patna e Lucknow, na Índia, enquanto a aeronave cruzava uma tempestade de granizo a mais de 5 mil metros de altura.

A descarga elétrica provocou um amassado severo na estrutura do radome, o nariz do avião. Apesar da violência do impacto, classificado por especialistas como um evento extremamente raro, a tripulação conseguiu prosseguir com a viagem e realizar o pouso no Aeroporto Chaudhary Charan Singh, em Lucknow, sem registro de feridos entre os ocupantes.

Autoridades de segurança do setor determinaram a retirada imediata da aeronave de operação. O avião permanecerá fora de serviço até que todos os reparos necessários na estrutura danificada sejam concluídos.

Especialistas apontam que danos graves causados por raios em aviões comerciais são incomuns devido à blindagem avançada presente na fiação elétrica, nos sensores e nos controles de voo contra surtos eletromagnéticos. O histórico da aviação comercial registra que quedas catastróficas associadas a descargas elétricas são eventos raríssimos, com o último caso oficial datado de dezembro de 1963.

O episódio na Índia soma-se a outras ocorrências recentes no setor de aviação internacional que exigiram o rigor técnico de tripulações em situações críticas. Enquanto o caso asiático envolveu intempéries severas e danos materiais externos, o tráfego aéreo global também lida com desafios operacionais e investigações sobre a segurança no interior das cabines de comando em voos comerciais de grande porte.

Fontes consultadas

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