Pular para o conteúdo
Entretenimento

Cinebiografia de Michael Jackson ultrapassa marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias

O longa dirigido por Antoine Fuqua entrou para a história como a maior bilheteria da Lionsgate e já alimenta discussões para a temporada de premiações.

Por 2 min de leitura

Cinebiografia de Michael Jackson ultrapassa marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias
Cinebiografia de Michael Jackson ultrapassa marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias

A cinebiografia do cantor Michael Jackson alcançou a marca histórica de US$ 1 bilhão em arrecadação nas bilheterias globais, consolidando-se como a maior bilheteria da história do estúdio Lionsgate. Estreando no Brasil em 23 de abril, o filme dirigido por Antoine Fuqua superou recordes anteriores do gênero e colocou o protagonista Jaafar Jackson, sobrinho do artista, no centro das atenções para possíveis indicações ao Oscar de melhor ator.

O feito foi comemorado pelo próprio ator, que relatou ter anotado essa meta ambiciosa dois anos antes das gravações iniciais. O projeto exigiu uma preparação intensa de Jaafar, que estudou métodos de atuação e dedicou anos a analisar acervos com músicas, diários e registros de shows do tio para conseguir reproduzir a voz e os trejeitos do Rei do Pop nas telas.

Um dos momentos mais marcantes do processo ocorreu na pré-estreia em Berlim, quando Jermaine Jackson assistiu à obra e confessou não conseguir distinguir o filho de seu irmão em diversos momentos da projeção. Segundo Jaafar, o pai destacou a energia transmitida nas cenas e a recriação da clássica apresentação da música Bad, afirmando que a atuação lhe trouxe lembranças nostálgicas do irmão.

Enquanto isso, o mercado cinematográfico também registra outros destaques expressivos de público, como o documentário You Can See Everything. Dirigido por Nathan Fielder e Lance Oppenheim, o longa faturou US$ 15 milhões em sua estreia em 800 salas, acumulando cerca de 2.000 sessões esgotadas e alcançando a maior abertura para um documentário não musical desde Fahrenheit 9/11, há 22 anos.

A obra híbrida mistura investigação sobre Elizabeth Holmes com a estética cômica e de constrangimento característica de Nathan Fielder, gerando forte debate cultural e expectativa por parte de críticos e votantes de premiações. A combinação de apelo de bilheteria com a adesão de grupos influentes de críticos posiciona o documentário como um potencial concorrente na categoria de melhor filme.

No setor de estreias de ficção, o universo da DC Studios também movimenta as salas brasileiras com o lançamento de Cara-de-Barro. Dirigido por James Watkins e com roteiro de Mike Flanagan e Hossein Amini, o longa de terror corporal é estrelado por Tom Rhys Harries e explora a transformação trágica de um ator em decadência que busca um tratamento experimental para reconstruir o rosto desfigurado, resultando em mutações físicas extremas.

Fontes consultadas

Leia também