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Esportes

Dirigente do Vila Nova critica arbitragem após empate com o Juventude

Vice-presidente do clube goiano reclamou de pênalti não marcado na Série B e cobrou mudanças drásticas na condução do torneio.

Por 3 min de leitura

Dirigente do Vila Nova critica arbitragem após empate com o Juventude
Dirigente do Vila Nova critica arbitragem após empate com o Juventude

O empate por 2 a 2 entre Vila Nova e Juventude, válido pela 36ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, foi marcado por fortes reclamações da diretoria do time goiano contra a arbitragem de campo e o árbitro de vídeo. A insatisfação generalizada ocorreu devido a um suposto pênalti não assinalado a favor da equipe da casa, após um lance em que a bola teria tocado na mão de um atleta gaúcho durante a cobrança de escanteio.

O árbitro principal, Rodrigo José Pereira de Lima, mandou o lance seguir, e a equipe responsável pela operação do VAR optou por não recomendar a revisão da jogada no monitor. Com o resultado obtido no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, o Vila Nova permaneceu na terceira colocação da tabela de classificação, somando 65 pontos na reta final da competição nacional.

Logo após o apito final, o vice-presidente do clube, Hugo Jorge Bravo, convocou uma manifestação pública e utilizou recursos visuais para detalhar o lance polêmico. O dirigente elevou o tom das críticas ao apontar falhas que considerou imperdoáveis e afirmou que os erros cometidos por profissionais com acesso a suporte tecnológico geram um sentimento crônico de injustiça nos torcedores.

Para ilustrar o descontentamento institucional, o dirigente resgatou episódios históricos do futebol nacional, mencionando o clássico entre Atlético-MG e Flamengo pela Copa Libertadores de 1981. Segundo o cartola, a repetição de prejuízos esportivos ao longo das décadas compromete a credibilidade e a seriedade dos campeonatos organizados no país.

Além do confronto mais recente diante da equipe gaúcha, a gestão vilanovense listou outras partidas da campanha atual em que alega ter sido prejudicada por decisões controversas. Entre os episódios citados pela diretoria estão penalidades não marcadas em rodadas anteriores e divergências na contagem de minutos de acréscimo que influenciaram diretamente os resultados finais de confrontos decisivos.

Em resposta oficial divulgada à imprensa e aos órgãos competentes, a instituição cobrou providências imediatas da Confederação Brasileira de Futebol. O documento enviado à entidade exige uma reformulação profunda no setor de arbitragem, pautada por maior transparência, igualdade de critérios na condução das partidas e reciclagem urgente dos profissionais envolvidos.

Enquanto a cúpula diretiva mantém o posicionamento firme na defesa dos interesses do clube, analistas de regras e torcedores dividem opiniões sobre o peso das decisões no desfecho do torneio. A pressão sobre a comissão de arbitragem aumenta na mesma proporção em que se estreitam as margens para erro nas rodadas finais da Segunda Divisão.

Fontes consultadas

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