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Gestão de Filipe Luís no Monaco gera questionamentos na Ligue 1

Técnico brasileiro enfrenta as primeiras críticas devido à queda de rendimento da equipe e ao pouco tempo de jogo concedido a atacantes importantes.

Por 2 min de leitura

Gestão de Filipe Luís no Monaco gera questionamentos na Ligue 1
Gestão de Filipe Luís no Monaco gera questionamentos na Ligue 1

O Monaco iniciou a temporada da Ligue 1 de forma impressionante, mas o desempenho da equipe sofreu uma desaceleração perceptível nas últimas semanas, levantando os primeiros questionamentos sobre o comando técnico do brasileiro Filipe Luís, conforme apontado pelo jornal L'Équipe.

Apesar de ocupar a terceira colocação na tabela do campeonato francês, o clube monegasco vem de uma sequência incômoda de três partidas sem vitórias na competição nacional. Na última rodada, a equipe ficou no empate por 1 a 1 contra o LOSC Lille.

O resultado recente sucedeu uma derrota por 1 a 0 fora de casa para o FC Lorient — a primeira da equipe na atual temporada — e um empate em 2 a 2 diante do Toulouse FC, resultados que evidenciaram a oscilação do time.

O momento instável contrasta com o bom desempenho da equipe na Conference League, onde o Monaco registrou sua segunda vitória consecutiva na última quinta-feira ao derrotar o SC Freiburg por 3 a 0.

No entanto, as principais dúvidas em torno do trabalho de Filipe Luís recaem sobre a gestão do elenco, especialmente no setor ofensivo. O jovem Paris Brunner, de 20 anos, firmou-se como titular e tem se destacado, mas seus esforços individuais não têm sido suficientes para garantir as vitórias em todas as partidas.

Essa dependência levanta questionamentos sobre a minutagem reduzida de outros atacantes do plantel. Atletas como Mika Biereth, que atuou por apenas 57 minutos na Ligue 1 nesta temporada, Folarin Balogun, com 71 minutos jogados, e a contratação de 30 milhões de euros Matthis Abline, titular em apenas três dos sete jogos, têm ficado excessivamente no banco.

A escolha do treinador por essa distribuição de minutos é considerada intrigante por observadores do clube, principalmente porque o valor total estimado do banco de reservas monegasco gira em torno de 75 milhões de euros.

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