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Saúde

Isabel Teixeira revela diagnóstico de síndrome hereditária rara

Em entrevista, a atriz falou sobre a descoberta da condição genética que aumenta o risco de câncer e afeta também sua filha.

Por 2 min de leitura

Isabel Teixeira revela diagnóstico de síndrome hereditária rara
Isabel Teixeira revela diagnóstico de síndrome hereditária rara

A atriz Isabel Teixeira abriu o coração durante uma entrevista exibida no último domingo pelo programa Fantástico, da TV Globo, para revelar que foi diagnosticada com a síndrome de Li-Fraumeni, uma condição genética e hereditária que amplia significativamente a predisposição para o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer ao longo da vida.

De acordo com a artista, a descoberta ocorreu em 2019, quando ela decidiu realizar exames preventivos motivada pelo histórico da doença em sua família, que acometeu sua mãe e sua avó. Ela relatou que o impacto inicial da notícia foi avassalador, fazendo com que ficasse sem entender a dimensão da situação naquele momento.

Para lidar com o diagnóstico, a atriz precisou adotar mudanças drásticas em seu estilo de vida. Ela interrompeu o consumo de tabaco e bebidas alcoólicas, passou a adotar uma rotina de atividades físicas e realizou a retirada preventiva das mamas, medidas que fazem parte de sua nova postura diante da condição.

Em um desdobramento delicado da situação, Isabel Teixeira descobriu que sua filha caçula, Flora Setton, de 15 anos de idade, também recebeu o mesmo diagnóstico positivo para a síndrome, enquanto o teste de seu filho deu negativo. A atriz classificou a confirmação na filha como um novo choque.

Apesar da gravidade da condição, a atriz mantém uma perspectiva voltada para o autocuidado e a prevenção. Segundo ela, a convicção de que a prevenção integra o processo de cura impede que o medo de desenvolver a doença paralise suas atividades diárias e sua visão sobre o futuro.

O relato de Isabel Teixeira traz à tona discussões importantes sobre a medicina preventiva, o impacto de condições genéticas hereditárias nas famílias e a necessidade de conscientização sobre o acompanhamento médico regular em casos de histórico familiar de doenças oncológicas.

Fontes consultadas

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