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Esportes

Pivô Brenão busca retomar carreira no futsal após eliminar 108 kg

Aos 32 anos, jogador do Botafogo superou os 251 kg, passou por cirurgia bariátrica e agora foca na recuperação física.

Por 2 min de leitura

Pivô Brenão busca retomar carreira no futsal após eliminar 108 kg
Pivô Brenão busca retomar carreira no futsal após eliminar 108 kg

O pivô Brenão, atualmente jogador do Botafogo, superou uma marca dramática em sua vida pessoal ao eliminar 108 kg e tenta agora retomar sua trajetória no futsal profissional. Aos 32 anos, o atleta chegou a registrar 251 kg na balança e, após passar por um processo rigoroso que incluiu uma cirurgia bariátrica, atualmente pesa 143 kg.

A luta contra a balança teve raízes em momentos difíceis de sua trajetória. A perda do pai aos cinco anos de idade marcou a infância do jogador, período em que ele encontrou na prática do esporte um refúgio. Anos mais tarde, com o diagnóstico de depressão e o acúmulo de responsabilidades da vida adulta somadas à chegada das filhas, o peso do atleta aumentou drasticamente.

Em relatos sobre o período mais crítico, o pivô admitiu o temor constante com a própria saúde. "Quando cheguei ao meu ápice, com mais de 250 quilos, não via mais saída. Pensava que, a qualquer momento, dormindo, eu poderia não acordar mais", declarou o atleta.

A reviravolta em sua rotina começou a chamar a atenção nas plataformas digitais. Vídeos de suas partidas e do processo diário de emagrecimento viralizaram nas redes sociais, onde o jogador já acumula mais de 1 milhão de seguidores em seu perfil no Instagram.

O retorno aos gramados e quadras ocorreu após o atleta disputar o campeonato Carioca amador, o que chamou a atenção da diretoria do Botafogo, resultando no convite para vestir a camisa alvinegra. Agora, o objetivo de Brenão vai além das quadras: ele pretende atingir a marca de menos de 100 kg para conseguir acompanhar de perto o crescimento dos três filhos.

Consciente dos desafios que já superou, o jogador demonstra otimismo quanto ao futuro de sua recuperação e à continuidade no esporte. "O mais difícil eu já fiz: saí de um lugar de onde a maioria não volta", concluiu.

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