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Economia

Pix ultrapassa marca de 1 bilhão de chaves cadastradas no país

Sistema de pagamentos instantâneos registrou 1,008 bilhão de códigos ativos em setembro, impulsionado pela adesão de pessoas físicas e jurídicas.

Por 2 min de leitura

Pix ultrapassa marca de 1 bilhão de chaves cadastradas no país
Pix ultrapassa marca de 1 bilhão de chaves cadastradas no país

O sistema de pagamentos instantâneos brasileiro superou a marca histórica de 1 bilhão de chaves cadastradas no mês de setembro. De acordo com informações divulgadas pelo Banco Central, o montante total atingiu 1,008 bilhão de registros, avançando em relação aos 998 milhões contabilizados no mês anterior.

O crescimento expressivo consolida a ferramenta como um dos principais meios de transferência e pagamento no território nacional. Os dados oficiais mostram que o volume de cadastros teve um acréscimo de aproximadamente 80 milhões ao longo do ano, visto que o sistema encerrou o período anterior com 920 milhões de chaves.

A maior parte dos registros está concentrada em contas de pessoas físicas, que somam 956,7 milhões de chaves, o que representa cerca de 95% do total consolidado. Já as pessoas jurídicas, que englobam as empresas, registram 51,2 milhões de cadastros ativos nas instituições financeiras participantes.

Considerando a população brasileira estimada em 214,2 milhões de habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a proporção atual indica uma média próxima de cinco chaves ativas para cada habitante do país. A autoridade monetária aponta que essa ampla adesão reflete a busca por praticidade e agilidade nas transações cotidianas.

Entre as categorias de identificação disponíveis para os usuários, as chaves aleatórias lideram a preferência e representam mais da metade do total, com 526,8 milhões de unidades, conforme detalhamento da instituição. Esse tipo de código foi criado especificamente para preservar os dados pessoais dos correntistas.

Na sequência dos formatos mais utilizados, os números de telefone celular ocupam a segunda posição, somando 166,3 milhões de registros. Os cadastros vinculados ao Cadastro de Pessoas Físicas aparecem logo depois, com 153,9 milhões, enquanto os endereços de correio eletrônico totalizam 144,6 milhões de chaves.

O Banco Central ressalta que o cadastramento de chaves funciona como um facilitador para o envio e recebimento de recursos, mas não constitui uma obrigatoriedade para a utilização da ferramenta. Os correntistas que optarem por não vincular nenhum código ainda podem realizar transferências utilizando os dados bancários tradicionais das contas.

Adicionalmente, o sistema financeiro segue em evolução no que tange à segurança. O Banco Central informou anteriormente que estuda a implementação de um mecanismo que permita aos usuários bloquear a criação de chaves não autorizadas, com o propósito de prevenir fraudes na abertura de novas contas.

Fontes consultadas

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