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Polícia prende suspeito de matar irmãs após sequestro no Ceará

Crime ocorreu na zona rural de Tauá e mobilizou forças de segurança estaduais nesta terça-feira.

Por 2 min de leitura

Polícia prende suspeito de matar irmãs após sequestro no Ceará
Polícia prende suspeito de matar irmãs após sequestro no Ceará

Um homem de 27 anos foi preso nesta terça-feira, na cidade de Arneiroz, suspeito de envolvimento no sequestro e assassinato de duas irmãs, de 15 e 18 anos. Os corpos das vítimas foram localizados sem vida e amarrados na zona rural de Tauá durante a manhã.

De acordo com informações da Polícia Militar do Ceará, a captura do primeiro suspeito ocorreu em sua residência, localizada no bairro Colibris. O homem foi prontamente reconhecido por familiares das jovens que testemunharam a ação criminosa no momento em que as vítimas foram retiradas à força da casa dos avós.

A dinâmica do crime teve início na manhã da segunda-feira, quando quatro indivíduos armados e fingindo ser policiais abordaram as irmãs em uma residência no distrito de Cachoeira de Fora, em Arneiroz. As jovens, que eram naturais de Tauá e moravam na Vila Cidrão, foram obrigadas a entrar em um veículo branco do modelo Gol.

O 1º tenente da Polícia Militar Ricardo destacou que, além do auxílio de câmeras de monitoramento, dados fornecidos pelos familiares sobre o automóvel e as características dos envolvidos foram fundamentais para a rápida localização do suspeito. Outros dois homens já foram identificados pelas autoridades, mas seus nomes permanecem em sigilo para não atrapalhar as investigações.

O suspeito preso, conhecido pelos apelidos de "Jamaica" ou "Halloween", possui um histórico criminal que inclui passagens anteriores em Tauá. A polícia confirmou que ele integra uma organização criminosa e já havia sido detido anteriormente na mesma cidade portando armas de fogo e uma espada, além de ter perdido a esposa em um tiroteio no passado.

Enquanto as diligências continuam para capturar os demais envolvidos no homicídio, a motivação por trás do crime ainda permanece sem confirmação oficial pelas autoridades policiais que atuam no caso.

Fontes consultadas

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