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Esportes

São Paulo negocia novo contrato de naming rights para o Morumbi

Diretoria avalia a renovação com a atual patrocinadora e conversa com outras marcas para o próximo ciclo de patrocínio.

Por 2 min de leitura

São Paulo negocia novo contrato de naming rights para o Morumbi
São Paulo negocia novo contrato de naming rights para o Morumbi

O São Paulo iniciou as conversas e avalia o futuro dos direitos de nome do Estádio do Morumbi para o ciclo que compreende o período de 2027 a 2031. Com o contrato atual próximo do encerramento, a diretoria do clube busca manter uma importante fonte de arrecadação financeira, mantendo diversas possibilidades em aberto no mercado publicitário.

Atualmente, o estádio ostenta a denominação comercial de MorumBIS, fruto de uma parceria firmada em 2024 com a Mondelēz. O acordo vigente prevê o repasse de R$ 75 milhões ao Tricolor ao longo de três anos, o que representa uma média de R$ 25 milhões por temporada, estabelecendo um patamar elevado para as receitas comerciais da instituição.

Apesar da proximidade do término do vínculo atual, previsto para janeiro de 2027, o departamento de marketing do clube paulista destacou que a renovação com a empresa alimentícia permanece como uma possibilidade concreta e um dos caminhos avaliados pela gestão.

Em entrevista recente, o diretor de marketing do São Paulo, André Marques, ressaltou que o relacionamento com a atual parceira é excelente e que o diálogo continua ativo. O dirigente enfatizou que a proximidade do fim do contrato não significa o encerramento das tratativas entre as partes.

A relação com a Mondelēz é ótima. Eu falo direto com a CMO da Mondelēz. A gente até comenta de fazer mais ativações como fizemos na chegada deles. Estamos a três meses do final de contrato. Ainda está tudo na mesa, declarou o diretor de marketing do clube.

Além da atual patrocinadora, a cúpula são-paulina mantém as portas abertas para ouvir propostas de outras companhias interessadas em associar suas marcas ao estádio. Anteriormente, o clube manteve conversas com a montadora chinesa BYD para discutir a possibilidade de um nome alternativo, embora essas negociações iniciais não tenham registrado avanços significativos até o momento.

O executivo são-paulino reforçou que nenhuma definição será oficializada enquanto o contrato vigente estiver em vigor, comparando o cenário de negociações ao ritmo de uma partida de futebol. Para o clube, os direitos de nome representam um ativo comercial valioso e um diferencial competitivo frente a outras equipes do cenário nacional, dada a alta visibilidade do local em partidas de futebol e grandes eventos.

Independentemente do desfecho, o objetivo da diretoria é assegurar um acordo vantajoso que garanta a estabilidade financeira e valorize ainda mais a propriedade comercial do estádio nos próximos anos.

Fontes consultadas

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