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Política

Segundo turno no Amazonas define futuro político estadual

Eleitores amazonenses vão às urnas neste domingo para decidir o novo governador entre Omar Aziz e Professora Maria do Carmo.

Por 2 min de leitura

Segundo turno no Amazonas define futuro político estadual
Segundo turno no Amazonas define futuro político estadual

Os eleitores do Amazonas comparecem às urnas neste domingo para definir o segundo turno das Eleições 2026, disputado entre o senador Omar Aziz (PSD) e a Professora Maria do Carmo (PL). A votação ocorre em todo o país das 8h às 17h, no horário de Brasília, com a apuração oficial sendo aguardada para indicar o novo chefe do executivo estadual.

O candidato Omar Aziz votou durante a manhã em sua zona eleitoral em Manaus, acompanhado de seus três filhos e da candidata a vice-governadora de sua chapa, Alessandra Campêlo. Pouco depois, a adversária Professora Maria do Carmo também registrou seu voto na capital amazonense, ao lado de seu marido, do candidato a vice Coronel Aníbal e de aliados políticos.

A corrida eleitoral foi marcada por intensas pesquisas de intenção de voto na véspera do pleito. Levantamentos divulgados por instituto de pesquisa apontavam vantagem para o candidato do PSD tanto nos votos válidos quanto nos totais, enquanto a postulante do PL buscava reverter o cenário nos últimos dias de campanha.

Além da disputa pelo governo estadual, o pleito no Amazonas também refletiu o cenário da política nacional, com pesquisas medindo a preferência do eleitorado local para a Presidência da República entre candidatos como o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

A Justiça Eleitoral reforçou as regras para o dia de votação, incluindo a proibição de celulares na cabine de urna. Para agilizar o processo, a recomendação foi para que os cidadãos levassem os números dos candidatos anotados em um papel, conhecido como cola eleitoral, garantindo a celeridade na escolha do governador e do presidente.

Os resultados finais e a confirmação oficial do vencedor dependem da apuração conduzida pelo Tribunal Superior Eleitoral, que consolida os dados das urnas instaladas na capital e no interior do estado.

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