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Esportes

Seleção brasileira aproveita data-Fifa em amistosos na Ásia

Equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrentou Austrália e Índia em janela de jogos internacionais pós-Copa do Mundo.

Por 2 min de leitura

Seleção brasileira aproveita data-Fifa em amistosos na Ásia
Seleção brasileira aproveita data-Fifa em amistosos na Ásia

A seleção brasileira de futebol realizou compromissos internacionais na Ásia durante a longa janela de 16 dias estabelecida pela Fifa, que ocorreu entre os dias 21 de setembro e 7 de outubro. Sob o comando do técnico Carlo Ancelotti, a equipe viajou para o outro lado do mundo para disputar partidas amistosas contra a Austrália e a Índia.

A iniciativa da entidade máxima do futebol mundial ao promover uma janela estendida teve como objetivos principais a redução do tempo gasto em viagens e a ampliação dos dias disponíveis para treinamentos. No entanto, o aproveitamento do período variou consideravelmente entre as principais seleções do planeta, gerando debates sobre a utilidade dos confrontos realizados.

Enquanto seleções europeias disputavam partidas decisivas pela fase de grupos da Liga das Nações da Uefa — com classificações garantidas por equipes como Espanha, Inglaterra, França e Portugal —, os sul-americanos adotaram estratégias distintas. A Argentina, por exemplo, utilizou o período para se preparar para a despedida de Lionel Messi em duelos contra Bolívia, Burkina Fasso e Benin.

No caso brasileiro, a escolha por enfrentar Austrália e Índia foi alvo de análises críticas sobre o nível competitivo dos adversários. Especialistas apontaram que os amistosos ofereceram poucas oportunidades reais de avaliação para a comissão técnica, limitando o potencial de testes diante de equipes de maior peso no cenário internacional.

A janela prolongada também foi marcada por momentos distintos em outras seleções tradicionais pelo mundo. A Alemanha, agora sob a direção de Jürgen Klopp, enfrentou dificuldades e acabou eliminada da Liga das Nações após resultados negativos contra a Grécia, além de sofrer questionamentos devido à convocação de 44 atletas diferentes no período.

Por sua vez, a Itália conseguiu se recuperar da pressão inicial após uma derrota para a Bélgica em casa, obtendo um empate importante contra a França e vitórias sobre a Turquia sob a liderança de Roberto Mancini. Já equipes como Noruega e Croácia acumularam resultados desfavoráveis, evidenciando o desgaste de atletas como Erling Haaland.

Para a equipe brasileira, a passagem pela Ásia encerrou uma etapa de preparação que, apesar da distância geográfica e dos oponentes de menor expressão técnica, buscou consolidar ideias e ajustes no grupo de jogadores selecionados por Carlo Ancelotti para o ciclo pós-Copa do Mundo.

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