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Esportes

Superliga Feminina de Vôlei inicia com vitórias e novas regras

A competição nacional começou com triunfos de Flamengo e Osasco, além da implementação de mudanças nas substituições por set.

Por 2 min de leitura

Superliga Feminina de Vôlei inicia com vitórias e novas regras
Superliga Feminina de Vôlei inicia com vitórias e novas regras

A Superliga Feminina de Vôlei 2026/27 teve início movimentado, destacando-se pelas vitórias contundentes de equipes tradicionais e pela introdução de inovações no regulamento que prometem alterar a dinâmica das partidas. O Sesc RJ Flamengo e o Osasco estrearam com resultados positivos por três sets a zero, confirmando o bom momento no início da temporada.

Jogando no Ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, o Sesc RJ Flamengo superou o Paulistano Barueri na noite de segunda-feira. O time comandado pelo técnico Bernardinho fechou a partida com parciais de 25/19, 25/21 e 25/14, somando os primeiros três pontos na tabela e mantendo o embalo após conquistar a Copa SuperVôlei e o Campeonato Carioca.

Do outro lado, o Paulistano Barueri iniciou uma temporada simbólica em que o projeto liderado por José Roberto Guimarães completa dez anos. Sob o comando do técnico Wagner Coppini, a equipe aposta em uma reformulação com foco na juventude, após ter ficado fora dos playoffs na edição anterior do torneio nacional.

Em Brasília, o Osasco também confirmou o favoritismo ao derrotar o Brasília Vôlei por 3 sets a 0, com parciais de 26/24, 25/23 e 25/13. A ponteira italiana Anastasia Guerra destacou-se como a maior pontuadora do confronto, com 16 acertos, recebendo o troféu VivaVôlei após a vitória conquistada fora de casa.

Além do desempenho em quadra, a atual edição da Superliga traz uma mudança regulamentar importante orientada pela Federação Internacional de Voleibol. Cada equipe passou a ter direito a até oito substituições por set, duas a mais do que o limite anterior, permitindo maior flexibilidade tática aos treinadores.

A ampliação na margem de trocas facilita a realização do duplo câmbio e abre espaço para uma maior especialização das atletas ao longo das partidas. Enquanto ligas universitárias internacionais já utilizam limites ainda mais amplos, os técnicos brasileiros avaliam como gerenciar o novo teto estratégico ao longo do campeonato.

A primeira fase da Superliga Feminina seguirá com duelos em todo o país, culminando posteriormente na disputa dos playoffs para definir o clube campeão da temporada.

Fontes consultadas

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