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A polêmica em torno da empresa de segurança SGP no Parlamento Europeu

Trabalhadores da companhia prestadora de serviços denunciam episódios de assédio moral e condutas abusivas por parte de uma chefia.

Por 2 min de leitura

A polêmica em torno da empresa de segurança SGP no Parlamento Europeu
A polêmica em torno da empresa de segurança SGP no Parlamento Europeu

Uma onda de protestos, pedidos de afastamento por motivos médicos e rescisões contratuais tem atingido a SGP, empresa de segurança que atua como prestadora de serviços no Parlamento Europeu, em Estrasburgo. Com um quadro de aproximadamente 80 funcionários, a companhia tem sido alvo de denúncias graves relacionadas ao ambiente de trabalho e à gestão de equipes.

Ao longo dos últimos meses, diversos funcionários e ex-trabalhadores decidiram romper o silêncio para expor as condições diárias enfrentadas no exercício de suas funções. Os relatos apontam diretamente para a conduta de um dos quatro chefes de posto da empresa, cujos métodos de liderança vêm gerando forte desgaste emocional e sofrimento psicológico nos subordinados.

De acordo com um dos profissionais ouvidos, que preferiu manter o anonimato por receio de represálias, o supervisor adotava uma postura de confronto e intimidação. O denunciante afirmou que a liderança exercida no local se assemelhava à imposição de regras próprias e arbitrárias, ignorando o bem-estar dos subordinados e tratando o restante da equipe com hostilidade.

As acusações detalham ainda que o clima organizacional era deteriorado por favoritismos e tentativas deliberadas de prejudicar determinados profissionais. Segundo os relatos, o chefe de posto criava situações de risco e armadilhas durante simulações e manobras de incêndio para comprometer o desempenho dos trabalhadores, resultando em proibições de acesso ao local de trabalho.

Para os funcionários que decidiram expor a situação, o objetivo do superior parecia ser o esgotamento físico e mental da equipe. As dificuldades de convivência e a pressão psicológica sob a gestão do mesmo chefe perduram há vários anos, culminando no atual cenário de paralisações por atestado médico e evasão de pessoal.

Apesar da gravidade das acusações que circulam sobre as condições de trabalho na prestadora de serviços do Parlamento Europeu, a empresa SGP ainda não apresentou um posicionamento oficial detalhado sobre as denúncias de assédio e má conduta de seus encarregados.

Fontes consultadas

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