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Tecnologia

Comissão na Coreia do Sul inicia revisão de divisão empresarial da SK Broadband

Órgão regulador avalia impactos da reestruturação corporativa e do processo de separação de operações de data centers e cabos submarinos.

Por 2 min de leitura

Comissão na Coreia do Sul inicia revisão de divisão empresarial da SK Broadband
Comissão na Coreia do Sul inicia revisão de divisão empresarial da SK Broadband

A Comissão de Comunicações e Mídia de Radiodifusão da Coreia do Sul aprovou o plano básico para analisar a mudança na licença de operação da SK Broadband, dando início formal ao processo de revisão decorrente da cisão da empresa. O pedido foi apresentado após a decisão da SK Telecom de reestruturar sua subsidiária integral, mantendo os serviços de rede fixa e mídia na SK Broadband enquanto transfere os negócios de data centers e cabos submarinos para uma nova entidade chamada SK Horizon.

De acordo com os planos apresentados, a nova estrutura societária prevê que a SK Telecom detenha a maioria das ações da SK Horizon, contando com o apoio de investidores financeiros como a KKR e a IMM, além de planejar a captação de recursos externos significativos. O processo de divisão corporativa ocorre em um momento em que a empresa busca consolidar tecnologias de inteligência artificial em toda a sua prestação de serviços.

Para conduzir a análise regulatória, a comissão reguladora formará um comitê composto por sete especialistas das áreas de radiodifusão, mídia, direito, tecnologia, economia, contabilidade e defesa dos direitos dos consumidores. A prioridade do grupo será verificar se a companhia conseguirá manter suas obrigações públicas e a capacidade de execução no setor de radiodifusão após a reorganização.

O escopo da fiscalização abrangerá a análise rigorosa sobre a solidez financeira, a capacidade de investimento em conteúdos e os custos operacionais associados à infraestrutura de transmissão. O impacto direto sobre a base de assinantes também será monitorado, uma vez que a empresa detém milhões de usuários registrados em serviços de internet de alta velocidade e televisão por assinatura.

Durante as deliberações do colegiado, divergências pontuais vieram à tona. Um dos membros presentes manifestou o entendimento de que os interesses dos acionistas minoritários deveriam receber maior consideração no processo. Apesar da ponderação contrária, o plano de fiscalização acabou sendo aprovado por ampla maioria dos votos dos comissários presentes na reunião.

Com a aprovação da etapa inicial, o comitê passará a aplicar rigorosamente as legislações pertinentes de radiodifusão e multimídia da internet para determinar se a autorização de alteração será concedida. O resultado final dependerá exclusivamente dos pareceres técnicos emitidos pelos especialistas encarregados de auditar a nova configuração corporativa.

Fontes consultadas

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