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Brasil

Foz do Iguaçu enfrenta interdição de passarelas e repercute eleições

Cidade paranaense registra fechamento preventivo das Cataratas devido a cheia do rio e apura resultados do primeiro turno eleitoral.

Por 2 min de leitura

Foz do Iguaçu enfrenta interdição de passarelas e repercute eleições
Foz do Iguaçu enfrenta interdição de passarelas e repercute eleições

A cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, registrou importantes movimentações recentes nos âmbitos turístico e político. Enquanto a administração do Parque Nacional do Iguaçu determinou o fechamento temporário da passarela principal e de trilhas devido à alta vazão do Rio Iguaçu, os eleitores do município participaram do pleito para definir representantes nos âmbitos municipal, estadual e federal, refletindo tendências expressivas nas urnas locais.

A interdição da passarela das Cataratas ocorreu após a vazão do Rio Iguaçu alcançar 8,8 milhões de litros de água por segundo, volume que representa quase seis vezes a média histórica de 1,5 milhão. A medida adotada pela concessionária Urbia+Cataratas teve caráter estritamente preventivo para assegurar a integridade dos visitantes diante do risco elevado de alagamentos em trechos específicos do parque.

Além da passarela principal, os caminhos das Bananeiras e do Poço Preto também tiveram o acesso suspenso temporariamente pela gestão do parque. Em contrapartida, a tradicional Trilha das Cataratas e os mirantes permaneceram abertos ao público, permitindo que os turistas continuassem contemplando as quedas d'água de pontos seguros enquanto o monitoramento do nível da água segue constante.

No cenário político, os eleitores de Foz do Iguaçu compareceram às urnas para o primeiro turno das eleições de 2026. Na disputa pelo governo estadual, Sergio Moro (PL) obteve ampla vantagem no município, alcançando 55,34% dos votos válidos, o equivalente a 83.362 votos, superando marcas expressivas registradas em zonas como Centro e Porto Meira.

O desempenho de Moro no município superou a sua média geral no estado do Paraná, onde foi eleito em primeiro turno com 50,10% dos votos válidos. Em Foz do Iguaçu, a segunda colocação para o governo estadual ficou com Requião Filho (PDT), que somou 26,15%, seguido por Sandro Alex (PSD), com 17,01% dos votos.

No panorama para a Presidência da República na mesma cidade, Flavio Bolsonaro (PL) liderou a preferência do eleitorado com 60,96% dos votos, ao passo que Lula (PT) atingiu 31,46%. A votação local também abrangeu escolhas para o Senado Federal e para as câmaras legislativas estadual e federal, com ampla participação de candidatos da região.

Enquanto os desdobramentos políticos consolidam o mapa eleitoral paranaense, o setor de serviços e turismo do município também atrai investimentos expressivos. Empreendimentos locais anunciaram aportes financeiros milionários voltados à modernização de infraestruturas hoteleiras, visando ampliar a capacidade de atendimento tanto para turistas de lazer quanto para o segmento de eventos.

Fontes consultadas

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