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Tecnologia

Google expande uso do Gemini com novas iniciativas em agências federais e jogos

Tecnologia de inteligência artificial é integrada a operações governamentais nos Estados Unidos e demonstra capacidade colaborativa ao vencer jogo complexo de forma autônoma.

Por 2 min de leitura

Google expande uso do Gemini com novas iniciativas em agências federais e jogos
Google expande uso do Gemini com novas iniciativas em agências federais e jogos

A Accenture Federal Services e o Google Public Sector anunciaram em Washington a criação de plataformas chamadas Gemini Launchpads, voltadas para agências federais norte-americanas. A nova ferramenta busca acelerar a transição de fases experimentais para a execução de missões em larga escala por meio de agentes inteligentes.

A iniciativa faz parte de um grupo empresarial voltado para o Gemini e disponibiliza engenheiros especializados para auxiliar órgãos do governo na integração de agentes de alta complexidade em sistemas oficiais. O objetivo é permitir que servidores públicos utilizem capacidades avançadas para lidar com fluxos de trabalho complexos e tomadas de decisão mais rápidas.

Segundo Ron Ash, presidente-executivo da Accenture Federal Services, a prioridade é transformar o núcleo das operações governamentais com o uso dessas tecnologias. De acordo com Karen Dahut, presidente-executiva do Google Public Sector, a colaboração busca equipar o setor público para atuar na chamada era dos agentes inteligentes.

Em paralelo aos avanços no setor governamental, a inteligência artificial do Google também demonstrou resultados expressivos em ambientes virtuais complexos. Um experimento recente revelou que quatro agentes autônomos baseados na tecnologia conseguiram derrotar o chefão final do jogo Minecraft, conhecido como Enderdrago.

O desafio foi concluído de forma totalmente autônoma após 27 horas de jogo ininterrupto, sem qualquer intervenção humana. Os agentes coordenaram suas ações por meio de uma memória compartilhada e do chat do jogo, dividindo tarefas como a coleta de recursos, a construção de ferramentas e a troca de coordenadas geográficas.

Durante o processo, que ocorreu em um mundo gerado aleatoriamente na dificuldade fácil, as inteligências artificiais escreveram mais de 2.700 programas e registraram centenas de mortes antes de completarem a missão com sucesso.

Os pesquisadores destacam que o experimento com jogos complexos serve para compreender melhor como a colaboração entre múltiplos agentes e a capacidade de planejamento a longo prazo podem ser aplicadas futuramente em atividades e cenários do mundo real.

Fontes consultadas

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