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Política

Janaína Paschoal questiona eleitores após derrota para a Câmara Federal

Vereadora de São Paulo obteve cerca de 46,7 mil votos na disputa e ocupará a segunda suplência do Progressistas.

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Janaína Paschoal questiona eleitores após derrota para a Câmara Federal
Janaína Paschoal questiona eleitores após derrota para a Câmara Federal

A vereadora de São Paulo Janaína Paschoal (PP) questionou publicamente o eleitorado após não alcançar votos suficientes para garantir uma vaga na Câmara dos Deputados. Durante sessão na Câmara Municipal, a advogada, conhecida nacionalmente por assinar o pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), lamentou o resultado nas urnas e cobrou reflexão sobre o apoio recebido.

Com aproximadamente 46,7 mil votos, o desempenho da parlamentar ficou abaixo dos 48,893 votos registrados na eleição municipal de 2024, quando conquistou sua cadeira no Legislativo da capital paulista. No pronunciamento, ela defendeu o próprio histórico de atuação parlamentar e inquiriu se o trabalho realizado tem sido devidamente compreendido.

“Será que esse trabalho está sendo visto? Ou se está sendo visto e não é valorizado? Ou as pessoas entendem que este perfil não é interessante nesse momento histórico na Câmara Federal?”, declarou a vereadora na tribuna da Casa.

Diante da votação obtida, Janaína Paschoal figurará como a segunda suplente do Progressistas (PP) na Câmara dos Deputados. A federação integrada pelo partido e pelo União Brasil assegurou cinco cadeiras na bancada federal, conforme os dados oficiais da composição partidária.

Entre os nomes que obtiveram assentos titulares pelo PP estão Sargento Nantes, Maurício Neves e Coronel Telhada. Pela legenda do União Brasil, os eleitos foram Sirlange Manga e Milton Leite Filho na distribuição das vagas.

A trajetória política recente de Janaína inclui a eleição como deputada estadual em São Paulo pelo PSL em 2018, período marcado pela ascensão do bolsonarismo. Em 2022, já filiada ao PRTB, tentou uma vaga no Senado Federal, mas não obteve sucesso, antes de retornar ao Legislativo municipal paulistano pelo PP em 2024.

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