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Economia

M. Dias Branco completa duas décadas de capital aberto na B3

Empresa cearense celebra o aniversário de seu IPO e consolida trajetória de expansão e governança corporativa no mercado financeiro.

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M. Dias Branco completa duas décadas de capital aberto na B3
M. Dias Branco completa duas décadas de capital aberto na B3

A empresa cearense M. Dias Branco celebra neste domingo duas décadas desde a realização de sua primeira oferta pública de capital, conhecida como IPO, momento em que passou a negociar suas ações sob a sigla MDIA3 na bolsa de valores brasileira B3.

A abertura de capital, ocorrida em 18 de outubro de 2006, integrou o segmento do Novo Mercado e marcou uma fase de aprimoramento na governança e nas escolhas estratégicas da companhia, que é líder nacional no mercado de massas e biscoitos.

Segundo Gustavo Theodozio, vice-presidente de Controladoria, Investimentos e Relações com Investidores, o ingresso na bolsa impulsionou a governança e acelerou a expansão da organização com foco em agendas de crescimento e sustentabilidade.

A história da companhia remonta a Fortaleza com a Padaria Imperial, fundada por Manoel Dias Branco, e ganhou impulso em 1953 com a criação da Fábrica Fortaleza por Ivens Dias Branco. A transição para o modelo de capital aberto foi idealizada para garantir a perenidade do negócio independentemente de gestões individuais.

No processo de IPO, a empresa emitiu 17,22 milhões de ações para investidores nacionais e internacionais, ampliando o acesso a recursos financeiros e estimulando a adoção de melhores práticas de gestão de mercado.

Nas duas décadas seguintes, a corporação executou diversas aquisições estratégicas, incorporando marcas reconhecidas como Adria, Isabela, Vitarella, Piraquê e, mais recentemente, expandindo sua atuação para alimentos saudáveis e o mercado internacional.

A gestão corporativa mantém estruturas voltadas à prestação de contas, com comitês específicos e metas de sustentabilidade para 2030, além de integrar o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 e contar com rating de longo prazo reafirmado pela Fitch Ratings.

O diretor de Relações com Investidores e Novos Negócios, Fábio Cefaly, destaca a política de remuneração aos acionistas como um dos diferenciais, prevendo a distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio equivalentes a oitenta por cento do lucro ajustado.

Fontes consultadas

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