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Morre Sir Patrick Stewart, ator de Star Trek e X-Men, aos 86 anos

O artista britânico ficou mundialmente conhecido por interpretar o Capitão Picard e o Professor Xavier.

Por 2 min de leitura

Morre Sir Patrick Stewart, ator de Star Trek e X-Men, aos 86 anos
Morre Sir Patrick Stewart, ator de Star Trek e X-Men, aos 86 anos

O ator britânico Sir Patrick Stewart faleceu na última quarta-feira, aos 86 anos, em sua residência em Los Angeles, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada por meio de um comunicado oficial divulgado em suas redes sociais nesta quinta-feira, detalhando que o artista enfrentava a doença de Alzheimer e a demência com corpos de Lewy.

Segundo a nota oficial emitida por sua representante e familiares, Stewart partiu de forma tranquila, cercado por sua esposa, Sunny Ozell, além de amigos e entes queridos. O comunicado destacou que os últimos momentos foram acompanhados por música ao vivo, orações e demonstrações de afeto, após uma breve e comovente jornada lidando com as condições neurodegenerativas.

Nascido em 13 de julho de 1940, na Inglaterra, Patrick Stewart construiu uma sólida reputação nos palcos britânicos antes de alcançar o estrelato internacional em Hollywood. Sua formação incluiu passagens pela prestigiada Royal Shakespeare Company, onde consolidou sua paixão e técnica pelo teatro clássico.

A consagração global veio em 1987, quando assumiu o papel do Capitão Jean-Luc Picard na série "Star Trek: A Nova Geração". Apesar das dúvidas iniciais dos produtores sobre sua escalação, o ator marcou a história da ficção científica e reprisou o personagem em diversos filmes e na recente série derivada "Star Trek: Picard".

No início dos anos 2000, Stewart conquistou uma nova legião de fãs ao dar vida ao Professor Charles Xavier na franquia cinematográfica "X-Men". O papel do mutante telepata e mentor dos heróis garantiu ao britânico um lugar de destaque nas adaptações de quadrinhos e rendeu-lhe reconhecimento de recordes mundiais pela longevidade na saga.

Além de sua prolífica carreira artística no cinema, na televisão e no teatro, que lhe rendeu prêmios como o Grammy e o título de cavaleiro concedido pela rainha Elizabeth II em 2010, o ator também era amplamente reconhecido por seu ativismo filantrópico em prol dos direitos humanos, da saúde mental de veteranos e da proteção animal.

A família e a equipe do artista ressaltaram que seu legado permanecerá vivo tanto por suas contribuições culturais quanto pela compaixão e dignidade que demonstrou ao longo de toda a sua vida pessoal e profissional.

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