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Remake de Zelda: Ocarina of Time lidera o Metacritic em 2026

Nova versão do clássico da Nintendo para o Switch 2 recebe dezenas de notas máximas da crítica especializada.

Por 2 min de leitura

Remake de Zelda: Ocarina of Time lidera o Metacritic em 2026
Remake de Zelda: Ocarina of Time lidera o Metacritic em 2026

O aguardado remake de 'The Legend of Zelda: Ocarina of Time' estreou com forte aclamação da crítica e já se consolidou como o jogo mais bem avaliado de 2026 no agregador Metacritic. Com lançamento previsto para esta quinta-feira (5) no Nintendo Switch 2, a nova versão do clássico lançado originalmente em 1998 para o Nintendo 64 recebeu dezenas de notas máximas, destacando-se entre os principais lançamentos do ano.

Com 80 análises de críticos registradas até o momento, o título alcançou uma recepção amplamente positiva e dezenas de pontuações perfeitas de publicações renomadas. Veículos como GamesRadar+, Eurogamer, VGC e TheGamer concederam nota 100 ao jogo, enquanto o IGN pontuou o remake com 90, descrevendo-o como um título que une o caráter excepcional da obra original a uma rica aventura independente.

Desenvolvido para aproveitar o hardware do Nintendo Switch 2, o projeto traz uma reformulação gráfica completa que atualiza os cenários e personagens de Hyrule com efeitos detalhados de luz e ambiente, mantendo o espírito da direção de arte original. Além dos visuais repaginados, a aventura agora conta com trilha sonora reorquestrada e a inclusão de dublagem e legendas em português brasileiro.

A recepção da crítica aponta que as melhorias na jogabilidade e na qualidade de vida tornaram a experiência mais acessível e fluida para o público moderno. Veículos especializados elogiaram os controles adaptados, a câmera ajustável e a redução dos momentos intrusivos da fada Navi, enquanto o design clássico das masmorras e dos quebra-cabeças continuou a receber grandes elogios por resistir bem ao teste do tempo.

Apesar do sucesso generalizado e da forte aprovação, alguns críticos ponderaram que o projeto poderia ter assumido riscos maiores. Publicações como o Nintendo Life argumentaram que jogadores veteranos podem encontrar pouca dificuldade devido à familiaridade com as versões anteriores, apontando a ausência de um modo mais difícil ou de conteúdos cortados do original como pontos de crítica menor.

Para os produtores Eiji Aonuma e Hidemaro Fujibayashi, o remake serviu tanto como uma homenagem ao legado da franquia quanto como um estudo de design para as próximas gerações de desenvolvedores. O título busca proporcionar aos fãs de longa data uma viagem emocionante pela nostalgia e oferecer aos novos jogadores o primeiro contato com um dos pilares fundamentais da história dos videogames.

Fontes consultadas

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