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Rumores sobre a saúde de Kim Jong-un circulam na internet

Alegações de que o líder norte-coreano estaria em coma ou morto foram desmentidas por representante oficial.

Por 2 min de leitura

Rumores sobre a saúde de Kim Jong-un circulam na internet
Rumores sobre a saúde de Kim Jong-un circulam na internet

Boatos sobre o suposto agravamento do estado de saúde do líder da Coreia do Nordeste, Kim Jong-un, espalharam-se pelas redes sociais durante o último fim de semana. As publicações iniciais alegavam que o dirigente teria sofrido uma hemorragia cerebral severa, entrado em coma e sido transferido para um hospital na China, onde teria falecido.

Apesar da repercussão internacional gerada por veículos de imprensa e postagens em plataformas digitais, nenhuma evidência concreta foi apresentada para comprovar as alegações. Autoridades e especialistas apontam que os relatos carecem de fontes confiáveis e surgiram majoritariamente de perfis na internet sem ligação direta com o governo norte-coreano.

Alejandro Cao de Benós, delegado especial para o Comitê de Relaciones Culturales con Países Extranjeros de Corea del Norte e considerado um porta-voz não oficial de Pyongyang, desmentiu categoricamente os rumores. Em declaração, ele classificou as informações como falsas e afirmou que os boatos tiveram origem em uma conta chinesa em rede social.

A ausência de um sucessor formalmente anunciado e o histórico de sigilo do regime norte-coreano costumam alimentar especulações sempre que o líder se ausenta dos registros públicos recentes. Analistas internacionais reforçam que a falta de confirmação oficial por parte do governo de Pyongyang ou de agências independentes mantém o caso sem comprovação.

Paralelamente às especulações sobre a liderança, a situação na fronteira entre as Coreias tem registrado momentos de instabilidade. A poderosa irmã do dirigente, Kim Yo Jong, emitiu um comunicado por meio da agência estatal KCNA alertando sobre um cenário grave e a instabilidade na divisa sul.

Segundo a declaração oficial de Pyongyang, a liderança militar do país avalia o possível envio de novos meios táticos de ataque e a retomada de transmissões por alto-falantes na região fronteiriça. As tensões na zona desmilitarizada aumentaram nos últimos meses devido a incidentes envolvendo disparos de advertência e fortificações militares realizadas pelo lado norte-coreano.

Fontes consultadas

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