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Política

Senador Cleitinho passa mal após discurso no plenário e é atendido

Governador eleito de Minas Gerais apresentou pico de pressão arterial nesta quinta-feira, mas foi liberado após receber atendimento médico.

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Senador Cleitinho passa mal após discurso no plenário e é atendido
Senador Cleitinho passa mal após discurso no plenário e é atendido

O senador e governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), passou mal após discursar na tribuna do Plenário do Senado Federal nesta quinta-feira (15). O parlamentar apresentou um quadro de mal-estar, com pico de pressão arterial e frequência cardíaca elevada, exigindo atendimento imediato da Secretaria Integrada de Saúde da Casa em Brasília.

Segundo o boletim oficial emitido pelo serviço médico do Senado, o parlamentar passou por exames complementares, incluindo eletrocardiograma e dosagem de enzimas cardíacas, cujos resultados apontaram normalidade. Após receber a administração de medicamentos e hidratação, Cleitinho apresentou melhora significativa e foi liberado em bom estado geral, com recomendação de repouso.

Pouco antes do episódio de mal-estar, o senador fez um pronunciamento emocionado aos colegas parlamentares, sugerindo que aquela poderia ser a sua última fala no Senado. Eleito governador de Minas Gerais ainda no primeiro turno com mais de 6 milhões de votos, equivalentes a 55,40% dos válidos, Cleitinho relembrou sua trajetória política e sua origem humilde.

Durante o discurso, o futuro governador de Minas Gerais defendeu a união nacional e pregou a pacificação política. Em tom emocionado, o senador declarou que um país próspero não pode permanecer dividido e prometeu trabalhar para toda a população mineira a partir de janeiro, reconhecendo que haverá acertos e falhas em sua gestão estadual.

Além da despedida do Parlamento federal, Cleitinho aproveitou a tribuna para abordar temas administrativos e cobrar o atual governo mineiro. Ele relatou um suposto risco ao pagamento dos servidores estaduais em janeiro, mencionando um déficit de quase R$ 10 bilhões apontado pelo atual governador Mateus Simões (PSD), e pediu diálogo para evitar prejuízos à população do estado.

O senador também defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição referente ao fim da escala de trabalho 6x1, que propõe a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas sem diminuição de salário. Na ocasião, o parlamentar argumentou que a medida valoriza os trabalhadores e empresários, além de defender que os órgãos públicos e os poderes Legislativo e Judiciário também façam cortes de gastos e revisem seus privilégios.

Fontes consultadas

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