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Angel Reese brilha e Atlanta empata as Finais da WNBA

Jogadora marcou 30 pontos e garantiu o primeiro triunfo da história da franquia na decisão.

Por 3 min de leitura

Angel Reese brilha e Atlanta empata as Finais da WNBA
Angel Reese brilha e Atlanta empata as Finais da WNBA

O Atlanta Dream derrotou o Golden State Valkyries por 79 a 65 na última segunda-feira, igualando a série final da WNBA em 1 a 1. A partida foi marcada por uma atuação histórica de Angel Reese, que comandou a vitória da sua equipe fora de casa e garantiu o primeiro triunfo do Atlanta em uma decisão de campeonato na história da franquia.

Com apenas 22 anos, Reese teve uma noite dominante ao registrar um impressionante duplo-duplo de 30 pontos e 16 rebotes. A atleta acertou 10 de 16 arremessos de quadra, convertendo sua única tentativa de três pontos, além de anotar 9 tentos em 11 lances livres. Ela também contribuiu com três assistências, dois bloqueios e um roubo de bola.

O desempenho rendeu recordes históricos na liga. Segundo dados divulgados, Reese tornou-se a jogadora mais jovem a alcançar marcas expressivas em Finais da WNBA, incluindo partidas com pelo menos 20 pontos e 10 rebotes, bem como 30 pontos e 15 rebotes. Ela também entrou para o seleto grupo de atletas que pontuaram ao menos 30 tentos e 15 rebotes em uma partida de pós-temporada, juntando-se a nomes como Lisa Leslie, Candace Parker, Breanna Stewart, A’ja Wilson e Jonquel Jones.

A vitória do Atlanta também contou com recordes e destaques de outras atletas. A companheira de equipe Rhyne Howard estabeleceu um novo recorde nas Finais da WNBA ao registrar seis roubos de bola em uma única partida. No apoio ofensivo, Allisha Gray colaborou com 18 pontos e cinco rebotes, enquanto Jordin Canada anotou um duplo-duplo de 13 pontos e 10 assistências, ficando a apenas três rebotes de alcançar um triplo-duplo.

Antes das finais, o Atlanta havia disputado o título em 2010, 2011 e 2013, sendo derrotado por varredura em todas aquelas ocasiões na série melhor de cinco. Com a mudança recente no formato das Finais para melhor de sete jogos, a equipe agora retorna para casa com a chance de assumir a liderança no terceiro confronto.

Além do desempenho dentro de quadra, a série atual tem gerado discussões fora das quatro linhas devido à ausência das equipes durante a execução do hino nacional americano antes das partidas. Enquanto franquias como Indiana e Minnesota permanecem no ginásio, equipes como Golden State e Atlanta têm o hábito de recolher-se aos vestiários antes da execução da música, seja para ajustes finais de aquecimento ou como forma de manifestação social.

A prática de deixar a quadra durante o hino tornou-se comum em várias equipes da WNBA ao longo dos últimos seis anos. Embora o livro de regras da liga determine que jogadoras, técnicos e preparadores devam se alinhar de maneira digna durante o hino nacional, os protocolos foram suspensos pela própria WNBA em um memorando enviado no final da temporada de 2017, permitindo que as atletas demonstrassem apoio a vítimas de violência racial.

A série agora se desloca para o estado da Geórgia, onde o Atlanta Dream receberá o Golden State Valkyries para o Jogo 3, marcado para esta quarta-feira, na State Farm Arena, com as equipes disputando a vantagem na liderança do campeonato.

Fontes consultadas

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