Deputada eleita Ana Elisa nega postagens falsas sobre igrejas
Parlamentar mineira afirmou nas redes sociais que imagem atribuída a ela é falsa e anunciou que acionará o Tribunal Superior Eleitoral.
A deputada federal eleita por Minas Gerais, Ana Elisa, utilizou suas plataformas digitais para repudiar a circulação de uma publicação falsa atribuída a ela no antigo Twitter, atual X. A imagem aponta que a parlamentar teria solicitado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o fechamento de templos religiosos, gerando forte repercussão entre o eleitorado e diversos perfis políticos.
O material falso começou a circular massivamente por contas ligadas ao espectro político da direita na última quinta-feira. Entre os que compartilharam o conteúdo contestado esteve o deputado federal reeleito Nikolas Ferreira, o que motivou uma resposta direta e críticas por parte da jovem deputada mineira.
Em meio à polêmica, Ana Elisa apontou que a divulgação do conteúdo reflete um incômodo com o avanço da militância digital ligada à campanha presidencial de Lula. A parlamentar tem atuado junto à equipe de comunicação do petista para fortalecer a presença e o engajamento nas redes sociais, espaço historicamente com forte domínio da oposição.
Durante as respostas públicas aos ataques virtuais, a deputada eleita cobrou o parlamentar mineiro e mencionou uma postagem antiga que também teria circulado contra o perfil dele no passado, cujo teor ele nega ter autoria. A petista ressaltou que pretende adotar medidas formais diante da propagação do material inverídico.
Diante da situação, a defesa da parlamentar e seus aliados confirmaram a intenção de acionar o Tribunal Superior Eleitoral para pedir a suspensão da diplomação de Nikolas Ferreira e de outros usuários que impulsionaram a disseminação da captura de tela falsa nas redes sociais.
A atuação da jovem de 21 anos, que se destacou como a candidata de esquerda mais votada em Minas Gerais ao superar quinhentos mil votos, tem sido apontada por lideranças partidárias como um trunfo estratégico importante para a mobilização digital na disputa presidencial.