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Política

Eduardo Bolsonaro ironiza suposta fuga de Flávio Bolsonaro

Ex-deputado negou veementemente a informação e fez declarações irônicas sobre a suposta saída do irmão do país após decisão do STF.

Por 2 min de leitura

Eduardo Bolsonaro ironiza suposta fuga de Flávio Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro ironiza suposta fuga de Flávio Bolsonaro

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ironizou nesta terça-feira (27) as notícias veiculadas pela imprensa sobre uma suposta fuga de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), para os Estados Unidos, passando pela Argentina. Questionado pela imprensa, o ex-parlamentar classificou a informação como falsa e afirmou que se tratava de uma invenção da esquerda para justificar medidas contra o senador.

A polêmica surgiu após o site argentino Infobae publicar que Flávio teria cruzado a fronteira rumo à Argentina para embarcar em um voo particular com destino aos Estados Unidos. Diante do questionamento sobre a veracidade do caso, Eduardo respondeu de forma irônica: "Sim. E é o Elon Musk que está mandando um foguete". Em seguida, reforçou que a história era mentirosa.

A repercussão ocorre logo após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a entrega imediata dos passaportes do senador à Polícia Federal e proibi-lo de deixar o país. A decisão judicial foi emitida na sequência da derrota de Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A defesa e aliados da família têm negado a saída do parlamentar do território nacional. O senador Rogério Marinho, coordenador-geral da campanha, afirmou categoricamente que Flávio não deixou o Brasil. No entanto, o paradeiro do senador gerou incertezas e movimentou autoridades, com a Polícia Federal realizando diligências em postos de fronteira para verificar possíveis registros de travessia.

A decisão de reter os documentos de viagem de Flávio Bolsonaro insere-se em investigações em curso no Supremo Tribunal Federal que apuram suspeitas de lavagem de dinheiro e irregularidades em financiamentos. Enquanto aliados e membros do governo avaliam os desdobramentos políticos das medidas cautelares, o caso continua sob intensa atenção das autoridades brasileiras e internacionais.

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