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Filho de Hebe Camargo rebate polêmica sobre mansão em ruínas em São Paulo

Marcello Camargo esclareceu que o imóvel no Morumbi nunca pertenceu à apresentadora e criticou invasões de criadores de conteúdo.

Por 2 min de leitura

Filho de Hebe Camargo rebate polêmica sobre mansão em ruínas em São Paulo
Filho de Hebe Camargo rebate polêmica sobre mansão em ruínas em São Paulo

Marcello Camargo, único filho e herdeiro de Hebe Camargo, utilizou suas redes sociais para se pronunciar novamente sobre uma mansão abandonada e em ruínas localizada no bairro do Morumbi, área nobre de São Paulo. A propriedade tem sido alvo de diversas gravações e conteúdos publicados na internet por pessoas que invadem o local para mostrar o estado atual do imóvel.

Durante o desabafo, Marcello negou veementemente que a residência tenha pertencido à sua mãe ou feito parte do espólio dela. Segundo o herdeiro, o imóvel era de propriedade de Lélio Ravagnani, segundo marido da apresentadora, que faleceu no ano 2000 em decorrência de falência múltipla de órgãos.

“Pela milionésima vez, eu venho aqui dizer que não era da minha mãe, não era da Hebe Camargo. Era, sim, do Lélio, marido dela, que faleceu no ano 2000. Nós saímos de lá no ano 2000 e nunca mais voltamos nessa casa”, declarou Marcello Camargo nas redes sociais.

A residência em questão foi ocupada por Hebe Camargo durante 21 anos. Construída na década de 1970, a propriedade possui 962 metros quadrados. Após a morte de Lélio Ravagnani, o imóvel não entrou na herança da apresentadora e passou a pertencer à família do empresário, sendo posteriormente levado a leilão judicial em maio de 2025, avaliado em R$ 8,6 milhões e acumulando mais de R$ 1,5 milhão em débitos de IPTU.

O filho da apresentadora expressou forte incômodo com a atitude de internautas que entram escondidos no local para produzir vídeos em busca de engajamento e seguidores. Ele classificou as ações como invasão de propriedade privada e destacou que a própria falta de vínculo jurídico com o bem o impede de tomar providências legais em nome próprio.

“A maior prova que não é minha é que eu não posso processar, porque não é minha, que se fosse minha, eu processava”, afirmou Marcello, que também ironizou produções divididas em várias partes feitas por pessoas fantasiadas que exploram os escombros da antiga residência.

Fontes consultadas

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