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Brasil

Fotógrafo registra sucuri de quatro metros em parque de MS

Profissional encontrou o animal durante trabalho de monitoramento no Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema.

Por 2 min de leitura

Fotógrafo registra sucuri de quatro metros em parque de MS
Fotógrafo registra sucuri de quatro metros em parque de MS

O fotógrafo de natureza Dione Sales registrou uma sucuri-verde de aproximadamente quatro metros de comprimento durante uma atividade de monitoramento realizada na última segunda-feira, 12, no Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema, localizado no estado de Mato Grosso do Sul.

O encontro chamou a atenção pelo porte robusto e musculoso da serpente, que apareceu praticamente imóvel diante das lentes. Para garantir a segurança e respeitar o espaço do animal silvestre, o profissional manteve uma distância de cerca de dois metros e utilizou o zoom da câmera para capturar as imagens.

Nas redes sociais, Dione compartilhou a experiência com seus seguidores e destacou a importância de valorizar a fauna brasileira. Ele ressaltou que o animal desperta respeito e admiração por desempenhar um papel fundamental na manutenção do equilíbrio ecológico.

O fotógrafo descreveu o momento como um encontro marcante com a força e a beleza da natureza em seu estado mais selvagem, reforçando que respeitar a vida selvagem é uma forma essencial de preservar o futuro do meio ambiente.

A espécie registrada, a sucuri-verde, carrega o título de serpente mais pesada do planeta, embora não seja a mais longa do mundo — posto ocupado pela píton-reticulada. Espécimes dessa espécie podem alcançar cerca de oito metros de comprimento e pesar até 250 quilos.

Com uma musculatura forte, esses animais conseguem capturar presas de grande porte, a exemplo de capivaras e jacarés. No entanto, especialistas apontam que, ao contrário da fama construída por produções audiovisuais e histórias populares, as sucuris costumam evitar o contato com seres humanos.

Reações de defesa por parte da serpente ocorrem geralmente quando o animal se sente ameaçado, motivo pelo qual a orientação de manter distância segura e evitar aproximações é fundamental em encontros na natureza.

Fontes consultadas

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