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Guarda civil mata afilhado durante briga em SP

Agente municipal foi preso em flagrante no último sábado, mas acabou sendo solto após audiência de custódia realizada nesta semana.

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Guarda civil mata afilhado durante briga em SP
Guarda civil mata afilhado durante briga em SP

Um guarda civil municipal de 43 anos foi preso em flagrante na madrugada do último sábado (10/10) após atirar e matar o próprio afilhado, de 32 anos, durante uma discussão familiar na zona rural de Apiaí, no interior de São Paulo. A ocorrência foi registrada no bairro Lageado de Araçaíba.

O suspeito atua como guarda civil em Cabreúva, mas estava a passeio na residência de parentes na cidade onde o crime ocorreu. Imagens obtidas por uma emissora local registraram parte da confusão que culminou nos disparos realizados com a arma funcional do agente.

Segundo as apurações iniciais conduzidas pela Polícia Civil, uma motivação considerada banal teria dado início a uma briga generalizada entre os familiares presentes no local. Tanto o motivo exato do desentendimento quanto a quantidade de disparos efetuados contra a vítima não foram divulgados oficialmente pelas autoridades de segurança.

Durante o confronto, o afilhado foi baleado e socorrido para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Outro familiar do guarda civil também ficou gravemente ferido em decorrência de agressões físicas sofridas durante a confusão, incluindo golpes de machado, sendo transferido em estado grave para um hospital na cidade de Sorocaba.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência de disparos de arma de fogo e esteve no local para controlar a situação. A arma utilizada pelo agente público foi apreendida pelas autoridades e encaminhada para passar por exames periciais.

Após a prisão em flagrante, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Apiaí. No entanto, o guarda civil foi colocado em liberdade após passar por uma audiência de custódia realizada na manhã da última quinta-feira (15/10).

A identidade do guarda civil envolvido no caso não foi divulgada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o que impediu o contato com sua defesa. As prefeituras de Apiaí e Cabreúva também foram procuradas para comentar o episódio, mas não retornaram aos contatos até o encerramento das atualizações sobre o caso.

Fontes consultadas

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