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Política

Hertz Dias defende universidades públicas e critica mercado em agenda

Candidato do PSTU à Presidência esteve em Belo Horizonte para divulgar propostas de seu plano de governo.

Por 2 min de leitura

Hertz Dias defende universidades públicas e critica mercado em agenda
Hertz Dias defende universidades públicas e critica mercado em agenda

O candidato à Presidência da República pelo PSTU, Hertz Dias, cumpriu agenda de campanha em Belo Horizonte nesta quinta-feira ao lado de Rafael Duda, candidato do partido ao governo de Minas Gerais. Os candidatos realizaram atividades de panfletagem na entrada do campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com foco na defesa do ensino público.

Durante a visita à instituição de ensino, Hertz Dias argumentou que as universidades públicas devem assumir um papel central na educação, na pesquisa e na extensão. De acordo com o candidato, o conhecimento gerado nesses locais precisa atender às demandas da sociedade em vez de servir aos interesses do mercado financeiro e corporativo.

Para viabilizar esse modelo educacional, o representante do PSTU defendeu a revogação do atual arcabouço fiscal, a interrupção temporária do pagamento da dívida pública e a taxação de bilionários. Além disso, ele propôs a implementação de um sistema único de ensino que seja exclusivamente público.

A agenda do candidato na capital mineira também incluiu passagens pela região do Barreiro e a participação na assinatura de uma carta-compromisso junto ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-Rede/BH).

O plano de governo de Hertz Dias, registrado para as eleições de 2026, traz entre suas principais diretrizes o fim da escala de trabalho 6x1 com jornada de 36 horas semanais sem corte de salários, a reindustrialização do país e a interrupção de processos de privatização em setores como rodovias, ferrovias e metrôs.

Natural de São José de Ribamar, no Maranhão, Hertz da Conceicao Dias tem 55 anos, é professor de ensino fundamental e concorre ao Palácio do Planalto sob o número 16 na urna eletrônica. Pesquisas de intenção de voto recentes registram o candidato com traço na preferência do eleitorado para o primeiro pleito.

As propostas econômicas e sociais do partido também contemplam a taxação de grandes fortunas, o fim de benefícios fiscais para grandes corporações, a demarcação de terras indígenas e quilombolas, além da desmilitarização da Polícia Militar e a revogação de reformas trabalhistas e previdenciárias anteriores.

Fontes consultadas

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