Pular para o conteúdo
Política

Oposição questiona tratamento da Justiça após protesto em São Paulo

Manifestação de apoio ao governo na Avenida Paulista termina com relatos de depredação e críticas de parlamentares.

Por 2 min de leitura

Oposição questiona tratamento da Justiça após protesto em São Paulo
Oposição questiona tratamento da Justiça após protesto em São Paulo

Uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizada no último domingo, na Avenida Paulista, em São Paulo, terminou com registros de violência e depredação do patrimônio público, gerando forte reação de figuras da oposição nas redes sociais.

O ato foi marcado por denúncias de agressões físicas contra duas mulheres e por danos estruturais nos acessos de duas estações da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo, especificamente nas estações Consolação e Trianon-Masp.

Diante dos episódios de vandalismo, parlamentares oposicionistas utilizaram os canais digitais para cobrar equiparação no rigor jurídico em comparação com as punições aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

O senador Flávio Bolsonaro ironizou a situação nas redes sociais ao compartilhar imagens de vandalismo na Estação Trianon-Masp, comparando o cenário à atmosfera da série televisiva The Walking Dead.

No mesmo sentido, o deputado federal Nikolas Ferreira mencionou o ministro Alexandre do Supremo Tribunal Federal ao ponderar sobre a ausência de penas severas equivalentes às de manifestantes anteriores, embora tenha avaliado que a conduta dos militantes possa gerar desgaste político.

O senador eleito Carlos Bolsonaro também questionou se o sistema de Justiça adotará os mesmos critérios de rigor e as acusações de terrorismo vistas em investigações passadas, apontando uma suposta diferença de tratamento conforme o alinhamento político.

A vereadora paulistana Janaína Paschoal engrossou o coro das críticas ao indagar publicamente se os danos materiais provocados na capital paulista serão investigados como crimes contra o Estado Democrático de Direito ou se receberão apenas a classificação de depredação comum.

Para subsidiar eventuais apurações, a vereadora chegou a solicitar exames de material genético e apelou aos internautas para que enviassem registros fotográficos e audiovisuais capazes de identificar os responsáveis pelos estragos.

Fontes consultadas

Leia também