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Economia

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 165,12 bi até agosto de 2026

A alta de 10,47% em relação ao mesmo período do ano anterior foi impulsionada por avanços em subsetores como bebidas e termoplásticos.

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Polo Industrial de Manaus fatura R$ 165,12 bi até agosto de 2026
Polo Industrial de Manaus fatura R$ 165,12 bi até agosto de 2026

O Polo Industrial de Manaus (PIM) alcançou um faturamento de R$ 165,12 bilhões, equivalentes a 31,98 bilhões de dólares, no acumulado de janeiro a agosto de 2026. O balanço, divulgado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) em indicadores industriais publicados nesta quarta-feira, representa um crescimento de 10,47% na comparação com o mesmo intervalo de 2025, quando o montante foi de R$ 149,47 bilhões.

Somente na análise mensal, o mês de agosto de 2026 registrou um acréscimo de 14,94% no faturamento em relação ao mesmo mês do ano anterior. Para o superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, os resultados refletem a relevância estratégica da Zona Franca de Manaus para a economia do país e a capacidade de adaptação do parque fabril.

Os dados consolidados demonstram a força da indústria e o esforço conjunto da autarquia e do governo federal para assegurar o crescimento sustentável na Amazônia, além de atrair investimentos permanentes, conforme destacou o dirigente.

No tocante ao mercado de trabalho, o PIM manteve uma média mensal de 132.052 postos de trabalho ocupados entre janeiro e agosto. Apenas no mês de agosto, a mão de obra efetiva, temporária e terceirizada chegou a 135.080 trabalhadores, assinalando um avanço mensal de 1,87% frente a julho e uma elevação de 2,56% em relação a agosto do ano anterior.

As exportações do polo produtivo também apresentaram desempenho positivo, somando 539,99 milhões de dólares até o oitavo mês do ano. O valor representa uma expansão de 31,26% na comparação com o patamar registrado no mesmo período de 2025, que havia sido de 411,36 milhões de dólares.

Em termos de participação no faturamento global do PIM, os maiores percentuais concentraram-se nos subsetores de Bens de Informática, com 21,82%; Duas Rodas, com 19,85%; Eletroeletrônico, com 15,22%; Químico, com 10,84%; Termoplástico, com 10,7%; Metalúrgico, com 8,84%; e Mecânico, com 6,83%.

Por sua vez, os segmentos que registraram as maiores taxas de crescimento acumulado no ano foram o de Bebidas, com alta de 37,41%; o Termoplástico, com 32,46%; e o subsetor de Bens de Informática do Polo Eletroeletrônico, que cresceu 15,11% na mesma base de comparação.

Entre os produtos de destaque na linha de montagem, a fabricação de motocicletas, motonetas e ciclomotores totalizou 1.579.359 unidades, alta de 10,78%. A produção de telefones celulares atingiu 7.988.490 unidades, os microcomputadores desktop somaram 8.706 unidades, e a produção de fornos micro-ondas alcançou 3.694.753 unidades.

Fontes consultadas

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