Senado inicia debates sobre a PEC do fim da escala 6x1
Proposta que altera a jornada de trabalho para cinco dias de atividade e dois de descanso é o principal item da pauta do plenário nesta semana.
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Proposta que altera a jornada de trabalho para cinco dias de atividade e dois de descanso é o principal item da pauta do plenário nesta semana.
Nova legislação nacional e normas municipais buscam coibir o assédio de consumidores e proteger trabalhadores.
Em ato na Avenida Paulista neste domingo, o presidente defendeu a mobilização de eleitores ausentes no primeiro turno e cobrou celeridade na análise do fim da jornada de seis dias de trabalho.
Mudança no calendário ocorre porque a data-limite tradicional cairá em um domingo, fixando o prazo final para o dia 18 de dezembro.
Diferentes frentes no país destacam como a prática de atividades físicas, programas educativos e o combate ao assédio impactam a qualidade de vida e a estabilidade emocional.
Tribunal determinou a devolução integral de valores retidos de um funcionário após acidente de trabalho.
Pesquisa internacional aponta que alta nas despesas essenciais faz trabalhadores recorrerem a atividades paralelas.
Prática que antes carregava estigma social hoje é vista como símbolo de disciplina, planejamento financeiro e busca por qualidade de vida.
Especialistas apontam que a Síndrome de Burnout é equiparada a acidente de trabalho, gerando estabilidade e direitos trabalhistas, enquanto empresas enfrentam lacunas na gestão da saúde mental.
Especialistas apontam que pressões corporativas, novas tecnologias e o uso de técnicas de controle ajudam a entender e combater o esgotamento mental.
Pesquisas apontam que o ganho de produtividade com ferramentas tecnológicas pode resultar em mais demandas profissionais.
Proposta que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante dois dias de descanso teve sua segunda sessão de debates no Plenário nesta quarta-feira.