Pablo Marçal perde espaço na campanha de Flávio Bolsonaro e enfrenta ações
Influenciador é alvo de processo por declarações religiosas e sofre redução de influência na estratégia eleitoral do segundo turno.
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Influenciador é alvo de processo por declarações religiosas e sofre redução de influência na estratégia eleitoral do segundo turno.
Influenciador pediu foco em Nikolas Ferreira, evitou citar Lula e comparou o ex-candidato Renan Santos a Hitler durante reuniões políticas.
Encontro com cerca de 300 criadores de conteúdo contou com orientações de Pablo Marçal sobre a estratégia digital para a reta final da campanha presidencial.
Medida do corregedor-geral eleitoral também suspende o impulsionamento pago de perfis nas redes sociais até o final do segundo turno.
Ministros do Tribunal Superior Eleitoral determinaram restrições a conteúdos considerados irregulares e impulsionamento de contas nas redes sociais.
Corregedor-geral eleitoral determinou multa e proibição de impulsionamento pago para os perfis dos políticos.
Ministro Marco Aurélio Bellizze ordenou que Flávio Bolsonaro, Pablo Marçal e aliados apaguem postagens com imagens manipuladas.
Ministra determinou a interrupção imediata da distribuição de ativos digitais que ofereciam vantagens econômicas em troca de apoio político nas redes sociais.
Ação protocolada pela coligação petista aponta abuso de poder econômico, uso irregular de redes sociais e esquema de criptomoedas.
Entidade pede indenização de R$ 10 milhões e retratação pública devido a declarações proferidas em agosto contra religiões de matriz africana.